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Mostrando postagens de Março, 2012

O Culto ao Ego

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O ego é capaz de converter tudo para seu uso próprio, inclusive as práticas espirituais. Aqui no Brasil conhecemos bem isso: "pequenas igrejas, grandes negócios", já se tornou um chavão dentre a sociedade. Se as pessoas não quisessem ficar ricas, igrejas como a 'Universal' e a 'Mundial' não estariam lotadas, não teriam dado certo e não estariam crescendo, se expandindo. Sucesso até nos EUA. Todos querem ser como o modelo que vos é transmitido desde sua infância: "O mocinho das novelas", "a atleta", "a gostosona do bairro", e assim por diante. As pessoas vão até igrejas, centros, etc., pensando que estão desenvolvendo-se espiritualmente, quando na verdade estão desenvolvendo o seu egocentrismo por meio de técnicas espirituais. Fico impressionado como pessoas doentes, pessoas realmente enfermas, não são capazes de encarar, aprender e evoluir com a sua própria condição. Alguns vêem nisso um castigo, outros procrastinam à essa vida

U.F.O. - Avistamentos em São Bernardo do Campo

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Este fato se passou em meados de 2001, com um amigo que trabalha comigo, na cidade de São Bernardo do Campo - São Paulo, no bairro do Taboão, em um grande terreno vazio (na época) em frente à montadora Ford Motor Company. Hoje neste terreno existe uma unidade do hipermercado Carrefour e um grande condomínio residencial. Exibir mapa ampliado Em 2001, este meu amigo era vigilante noturno da Ford, e não só ele, mas outros vigilantes presenciaram o fato. Sou bastante cético com essas questões, mas se estes ex-vigilantes não fossem pessoas confiáveis e inteligentes, jamais escreveria algo assim neste espaço. Antes da segurança patrimonial da Ford São Bernardo do Campo ser terceirizada, eu fazia parte do quadro de vigilantes do turno da noite. Era um trabalho de vigilância normal, nada de incomum acontecia (além das moças da favela da vila Liviero, que quase todos os dias mostravam os peitos pra gente). Revesávamos sempre os nossos postos. Neste dia, se não me engano em Junho de 2001, em

Café Filosófico - Ivan Capelatto

Estava pesquisando sobre a formação do sujeito ao longo da vida, e pensei sobre a infância, e o surgimento dos desejos no ser humano. Acabei me deparando com alguns episódios ilustres de Café Filosófico. Imagino se um programa destes fosse transmitido em uma rede de grande audiência, influenciaria muita gente! A TV Cultura faz um papel excelente, só penso que os melhores episódios deveriam ser transmitidos com maior frequência.                         Ivan Capelatto, renomado psicanalista tupiniquim, explora neste episódio o que é o desejo na vida do ser humano desde o início de sua existência, e posso dizer que é explicado de uma forma bem moderna e comum, pois retrata os elementos da sociedade que ajudam a manter as pessoas com seus desejos e objetivos "distorcidos". A parte que ele cita "...BV 1 e BV 2..." é muito engraçada! Assistam! "O desejo não morre quando existe um simbolismo nas coisas que a gente faz." Ivan Capelatto.

Sílvio Santos

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Vídeo excelente!                  

O olhar de quem não vê

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É impressionante como em um acidente, ou qualquer outro acontecimento em um local público, atrai tanto  a atenção dos populares. Junta tanta gente que quem é vítima até se assusta. E quando a vítima se torna culpada pelo julgamento destes populares, que julgam sem prova alguma? Aqui no Brasil, onde a segurança pública encontra-se em estado de calamidade penso que a coisa ainda é pior. Grande parte das notícias que as pessoas recebem são ruins, é só tragédia, e a televisão explora bem esse tipo de jornalismo. Mas, como o cidadão que apenas vê esse tipo de informação é formado? Indignado? Justiceiro? Assustado/amedrontado? A verdade é que não se tem definição para isso, até porque cada indivíduo possui sua subjetividade. O que posso dizer é que estamos formando pessoas que só sabem julgar (digo isso por experiência). Não avaliam os fatos corretamente e tornam até mesmo uma vítima como um culpado. Aconteceu inclusive com Raul Seixas:                   Fui recentemente vítima deste tip

O que a Rússia quer? Ou melhor, o que querem com a Rússia?

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É impressionante como Putin conquistou a grande maioria da população russa! Da mesma forma que é estranha a forma com que as informações sobre aquele país nos são transmitidas, como por exemplo a manipulação nas urnas russas, e que mesmo assim já deram a vitória definitiva para Putin. Mas Putin não conquistou a grande maioria à toa... Ele, como ex-agente da KGB, conhecido por seu "pulso firme", prometeu resgatar o antigo poder bélico que a antiga Rússia possuía, e isso atraiu os saudosistas do antigo regime comunista, que não são poucos naquele país. Mas, ainda não entendi quais são os interesses deste novo presidente. Ele disse que renovar a economia é a prioridade, mas ao mesmo tempo fala sobre armas, poder de fogo do país... É confuso! É muita política!De Putin não falarei muito. Espero que ele realize um governo excelente na Rússia e dê àquela sofrida população o que ela pecisa e merece. Além do que, misteriosamente, os críticos ferrenhos do presidente Putin não se dera

Alain De Botton e a sua ideia de "templo para ateus"

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Este post se dá em discussão à esta notícia: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/01/120130_templo_ateu_londres_dg.shtml "Filósofo Alain de Botton propõe templo para ateus em Londres" Este foi e ainda é um assunto extremamente polêmico em todo o mundo, mas principalmente em Londres, que seria onde se pretende construir este "templo". De Botton`s head... Meu ponto de vista: Penso que chamar este "monumento" de "templo" não é certo, pois ele não remeterá à adoração de simplesmente nada. As pirâmides do Egito não são "templos" hoje em dia: viraram monumentos, e é essa a ideia que este edifício pretende passar ao público. Penso que o ser humano é extremamente dependente dos seus sentidos físicos (sim, os cinco sentidos), e isso nos fez construir diversas "coisas" ao longo de nossa existência, para que posteriormente nos lembrassem de algo. Por essa razão, qualquer livro, "templo", estátua,

A filosofia de "se buscar um culpado"

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Bom pessoal, este post se dá por um episódio que presenciei recentemente, e vários similares que presenciei ao longo dos tempos. A "metodologia" de se "encontrar um culpado" é a preferida em meio às lideranças das empresas nacionais. Tirei esta conclusão com base nas que já trabalhei, e atualmente trabalho. Mas por quê? Mesmo quando algum problema acontece, independente de falha operacional ou estratégica, os líderes geralmente não querem saber a causa, razão ou circunstância, e dificilmente discutem pacificamente sobre tal acontecimento. Eles querem saber de quem foi a culpa, infelizmente. Tem de haver um culpado na história! Existem poucas excessões (geralmente estes têm um quociente de inteligência emocional muito maior do que os outros), que são líderes de verdade, já formados na escola de liderança que a vida nos oferece, e não reprime um funcionário, ou as vezes até o demite, por um ou outro erro. Ele avalia o conjunto. Até mesmo porque algumas vezes, algo d

Pessoal X Profissional

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Bom pessoal; É um assunto que não deveria ser, mas é bastante delicado. Quando você se defronta com a necessidade de estudar mais do que imaginou, para por exemplo, tirar uma certificação importante, ou que trabalha mais do que tinha planejado para a vida, e quando percebe, as vezes cedo as vezes tarde, que isso se tornou rotina, vem o ponto de escolha... O que eu penso sobre isso? Penso que, por algum motivo, não estamos aqui para ter títulos de doutores, mestres ou diretores. São 'valores' criados pelo homem desde o início dos tempos, e com o sistema socioeconômico atual a coisa se agrava mais ainda. Mas, ter um desses títulos, ser um desses profissionais é o que muitos desejam tornar-se. Porém, foram valores que a própria lógica do capital de certa forma enraizou ainda mais na população, muitas vezes de forma subliminar. É um ponto sem retorno. Você é um nobre ou um vassalo, ou suserano ou escravo. Não se existe mais reis, pois a "arapuca" por estes criada, já

Impressão sobre os novos ABB 6640 IRC5

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Estes novos robôs chegaram até a gente, e já estão a quase oito meses trabalhando ininterruptamente, então posso já tecer alguns comentários sobre essas maquininhas que, no caso de onde trabalho, chega a substituir de 4 a 6 funcionários... Em comparação com os antigos IRB6400 S4C toda a equipe teve a mesma percepção: Os contras são mais pesados do que os prós, infelizmente. IRB 6400 S4C - Muito mais resistente do que os atuais. - 6640 X 6400 Contras: Os atuais IRB6640 são muito mais frágeis, e a maioria de seus componentes desconhecidos. Nos anteriores os motores eram Siemens, nos atuais são de uma desconhecida marca japonesa. Esperamos que sejam bons. -O TeachPendant (Agora FlexPendant), embora bem mais moderno, é muito mais frágil do que o anterior! Até mesmo o cabo, é de um material muito mais frágil... -O suporte do pendant também piorou. Apesar de ter ficado mais bonito, o controle não fica firme como no anterior. Não tem trava nenhuma! -Os motores não vieram com prot

Melhoria X "Pioria"

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Bom dia pessoal! Na empresa em que trabalho existem vários programas de melhoria de processos. Um deles é o famoso TPM (Total Productive Maintenance), que permite que qualquer um da fábrica dê sugestões para as diversas áreas de processos da empresa, seja na área fabril ou na administrativa. Onde eu trabalhava antes, o TPM também era fortemente presente, mas é impossível comparar uma metodologia destas aplicada à uma empresa de 300 funcionários, com uma de 10.000 funcionários (incluindo terceirizados). O maior problema de se administrar um sistema de trabalho assim em larga escala é o grande nível de sugestões. E por incrível que pareça, as melhorias não abrangem tanto quanto as "piorias". O que quero dizer é que as boas sugestões geralmente não têm bons investimentos, ou na maioria das vezes, um bom reconhecimento. Agora as "piorias", estas sim, chegam a até sair nos jornais da empresa, que circulam quinzenalmente por todas as suas plantas no Brasil. E ni

Injetoras com motor Servo-Controlado, valem a pena?

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Tive a oportunidade de testar algumas máquinas injetoras de plástico servo-controladas há alguns meses. Máquinas bem modernas em vista das convencionais, inclusive. As que testei trabalhavam com um sistema em que o motor só atuava em sua velocidade de trabalho conforme a pressão que fosse programa da IHM. Esta máquina em questão era uma injetora HAITIAN Série Marte de 800 toneladas de força de fechamento. Conforme as fotos e gráficos abaixo, podemos comparar a precisão de injeção e como o sistema servo-controlado funciona: Fig. 1.0: Visualmente, uma máquina injetora como qualquer outra.   Fig. 1.1: Gráfico de comparação das variações de injeção em vista de máquinas com bombas hidráulicas comuns e de vazão variável. Clara vantagem. Fig. 1.2: Simples amostra da hidráulica de cada tipo de máquina. O motor é um do tipo comum, porém com um encoder integrado e dedicado ao inversor de frequência da máquina, que possui uma programação específica para este tipo de equipamento. A