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Mostrando postagens de Fevereiro, 2016

Minha Visão e a Cirurgia Refrativa a Laser

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Olá! Operar ou não operar as vistas? Deixar ou não deixar os óculos de lado? Não tenho dúvidas que essa não é apenas a minha grande dúvida (ou uma delas). Ela é uma dúvida de muitas pessoas. Vou falar um pouco a respeito de toda a minha experiência com o uso de óculos e sobre o meu histórico de exames para fazer a cirurgia de correção. Comecei a usar óculos aos 10 anos, por conta de queixas feitas à minha mãe sobre a dificuldade que eu tinha de enxergar o que a professora escrevia na lousa. Minha adaptação com os óculos foi instantânea: como o meu pai e todas as suas irmãs sempre usaram óculos, eu meio que percebi que o meu destino também seria aquele. Tenho o meu primeiro par de óculos até hoje, guardadinho. Seus arranhões e suas marcas me fazem lembrar de uma história de mais de 5 anos de uso. Comecei com uma dificuldade grande para enxergar de longe. No meu primeiro exame de vista, descobri que eu tinha astigmatismo e miopia (esse exame foi horrível, dilatar as pupilas
Comentário para este  post: Fomos docilizados para a produção, para o trabalho mecanizado. Veja o nosso poder judiciário: juízes são cobrados por performance, advogados não fundamentam mais nada... Tudo se transformou em produção, em Copy+paste, em padrão do padrão. Somos engrenagens das colônias transnacionais. E estamos de mãos atadas. Acham que um só partido é responsável por toda a corrupção do país, que precisamos fazer justiça com as próprias mãos, que precisamos copiar os EUA. Não adianta falar, ninguém escuta. Acham que Bolsonaro é o salvador, e quem diz isso são pessoas de ensino superior, empregados de grandes empresas transnacionais. A verdade é que me sinto desesperado. Agora, até ter um filho por aqui está 'mais' arriscado por conta do tal do Zica Vírus... Obrigado pelo seu texto. Vejo que a única forma de militância possível hoje é a da escrita "humilde", como a sua: apenas escrever, lançar ao vento, sem esperar muita coisa. Se lerem, ótimo. Se ente

A mídia de um povo é o seu retrato

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Sábado à noite... Ah... A primeira noite de descanso do trabalhador. No sábado, grande parte da população dorme um pouco mais tarde pois não têm necessidade de acordar antes do Sol nascer no dia seguinte. Independente de ritos religiosos, mitos, e outros hábitos, o que torna o Sábado realmente "sagrado" é o ar de 'ócio' que existe em um Sábado. As festas, as conversas nas calçadas, os bares... Sábado também é um dia de movimento para o comércio. E, um dia estratégico para as emissoras de televisão, principalmente. É triste como o nosso Sábado é invadido por venenosas transmissões, que, subliminarmente, nos mais mediocres e desunidos. Certa vez escutei o apresentador e proprietário de emissoras de radio e tv, Carlos Massa, o "Ratinho", falar a respeito da programação que era exibida em seu programa. Me lembrei: foi em uma entrevista para o Abujamra, em uma das edições do programa Provocações. Ratinho disse que ele transmite o que o povo quer, independente

Tagarelice

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Dizer a palavra 'mídia' (ou 'media', do inglês) já virou jargão. Ninguém está mais nem aí para toda essa tagarelice que nos rodeia, que nos faz esquecer do presente, esquecer da gente. A massa curte sem perceber. Se tornou difícil assistir a um filme sem se lembrar da pipoca com guaraná, ou da Coca-Cola gelada com biscoito Trakinas ou Negresco, ir à padaria e não se lembrar do Kinder-Ovo ou do cigarro que alguém pediu, ir ao Shopping e não tomar uma casquinha... Não prestar atenção nos 'ads' e propagandas alheios tem sido um intenso treinamento. Precisamos lembrar que esses hábitos, e muitos, muitos outros que adquirimos por 'osmose subliminar' não são nossos hábitos. Seres humanos jamais deveriam se auto-destruir, negar sua virtude. Esse sistema nefasto funciona por conta  da publicidade, que é a principal forma de "não-viver". Não falo a respeito de longevidade. Quem foi que disse que viver muito é viver bem? Ou que fazer o que quiser e

Zarathustra - Important Quote

When Zarathustra had spoken these words, he paused, like one who had not yet said his last word; and long did he balance the staff doubtfully in his hand. At last he spoke thus- and his voice had changed: I now go alone, my disciples! You too go now, alone! Thus I want it. I advise you: depart from me, and guard yourselves against Zarathustra! And better still: be ashamed of him! Perhaps he has deceived you. The man of knowledge must be able not only to love his enemies, but also to hate his friends. One requites a teacher badly if one remains merely a student. And why will you not pluck at my wreath? You venerate me; but what if your veneration should some day collapse? Beware lest a statue crush you! You say you believe in Zarathustra? But what matters Zarathustra! You are my believers: but what matters all believers! You had not yet sought yourselves: then you found me. So do all believers; thus all belief matters so little. Now I bid you lose me and find yourselves; a